"É preciso que todos os homens permaneçam seres humanos durante todo o tempo em que estiverem vivos." Simone de Beauvoir

6 de mai de 2014

Método oriental ajuda no combate ao Alzheimer

Uma pesquisa envolvendo estudos sobre a prática de um método de Tai Chi Chuan foi premiada em uma disputa que envolveu 44 artigos. O Prêmio Eric Roger Wroclawski, na categoria saúde multiprofissional, foi entregue ao artigo desenvolvido pela Doutora Juliana Yumi, que utilizou um método de prática de Tai Chi Chuan desenvolvido pela diretora presidente da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan (SBTCC), Maria Ângela Soci.
A pesquisa foi realizada no Hospital das Clinicas, São Paulo, dentro do PROPES (Programa de Envelhecimento Saudável) idealizado pelo Dr. Wilson Jacob.
De acordo com o artigo, a prática da atividade resultou em significativa melhora da memória e da auto-percepção (queixas relatadas) das 26 idosas (acima de 60 anos) analisadas, em apenas três meses de exercícios.
Nas últimas décadas vem ocorrendo um envelhecimento populacional devido a uma contínua queda da fecundidade e aumento da expectativa de vida. Portanto, a procura por intervenções para reduzir a
prevalência de afecções relacionadas à idade avançada tem se tornado cada vez mais necessária.
É bom salientar que o Tai Chi Chuan contribui de forma terapêutica, física e mental, sendo de todas as práticas a mais suave e fácil de ser aprendido.
Seu poder de rejuvenescimento tanto físico como mental, tem sido comprovado pois, abaixa a pressão sangüínea, irriga as articulações, estimula a circulação, mobiliza o sistema imunológico, tudo isso sem stress ou tensão.
Estudos publicados no ocidente e no oriente mostram que mesmo sendo um tipo de exercício de baixa velocidade, o Tai Chi Chuan ainda melhora a saúde cardiovascular e a forma das pessoas, além de aliviar os estados depressivos.

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